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Jornal do Senado - DF

Sessão homenageia centenário de Jorge Amado

Jorge Amado é autor de clássicos da literatura nacional, como Dona Flor e seus dois maridos, Mar morto, Capitães da areia, A morte e a morte de Quincas Berro d’Água, entre muitos outros

Da Redação

O Congresso homenageia hoje um dos mais prestigiados escritores brasileiros. A partir das 11h, por iniciativa dos senadores José Sarney (PMDB-AP) e Lídice da Mata (PSB-BA), o centenário de nascimento de Jorge Amado — autor, entre outras obras, de Gabriela, cravo e canela — será lembrado em sessão solene. Também assinaram o pedido de homenagem os outros dois senadores baianos, Walter Pinheiro (PT) e João Durval (PDT).

Jorge Amado é autor de clássicos da literatura nacional, como Dona Flor e seus dois maridos, Mar morto, Capitães da areia, A morte e a morte de Quincas Berro d’Água, entre muitos outros. Nasceu em 10 de agosto de 1912, numa fazenda de cacau no município de Itabuna, sul da Bahia, e passou a infância em Ilhéus. Publicou seu primeiro romance, O país do carnaval, em 1931.

Além de ser o grande contador de histórias da Bahia, tendo sido eleito para a cadeira 23 da Academia Brasileira de Letras (ABL), Jorge Amado teve destacada participação na vida política do país. Em 1935, formou-se pela Faculdade Nacional de Direito, no Rio de Janeiro. Militante comunista, exilou-se na Argentina no início da década de 1940 e, ao regressar ao país, foi eleito deputado federal por São Paulo, pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB).

É autor da lei que assegura a liberdade de culto religioso, ainda em vigor.

O escritor morreu em Salvador, em 6 de agosto de 2001.

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